3 de maio de 2013


Um dia, ela descobriu sozinha que era duas! 
A que sofre depressa, no ritmo intenso e atroz da noite 
e a que olha o sofrimento do alto do sono, do

alto de tudo, balançada num céu de estrelas invisíveis, sem contato nenhum com o chão.
(Cecília Meireles)

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